“Redescobrindo o Esporte”, no C.E.E Ryuso Ogawa – Vila Guarani

A professora de Educação Física, Cristina Reis, do C.E.E Riyuso Ogawa, na Vila Guarani, aluna do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte, explica neste vídeo as atividades de avaliação promovidas no âmbito da nova proposta pedagógica do Programa Clube Escola. Na sexta-feira passada, dia 23, cerca de quarenta alunos da EMEF Nelson Pimentel Queiroz foram convidados e participaram de práticas de voleibol, basquete e polo aquático. Neste caso, a proposta do Programa Clube Escola ganhou o nome de projeto “Redescobrindo o Esporte”, cujo objetivo é apresentar os equipamentos esportivos da Prefeitura de São Paulo, orientar como são as modalidades esportivas e melhorar a qualidade do atendimento da população, incentivando a prática esportiva entre os jovens.

A professora Letícia Nardino conta mais sobre a oportunidade de orientar novos alunos no C.E.E Riyuso Ogawa. Ela é do projeto Oficina na Piscina, que promove a prática do polo aquático nas piscinas das unidades esportivas da Prefeitura de São Paulo.

A consultora e autora do Guia Didático das Atividades Rítmicas e Expressivas do Programa Clube Escola, professora Cynthia Tibeau, explica a atual fase de acompanhamento e avaliação desta iniciativa que, entre outros objetivos, visa a capacitação dos professores de Educação Física da rede municipal.

Professora de Educação Física do C.E.E Riyuso Ogawa, Vanessa Santos de Oliveira, realiza trabalho de adaptação de novos alunos às práticas esportivas oferecidas à comunidade local, vizinha ao Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. “Estamos tentando atrair novos praticantes, porque ficar sentado em casa não está com nada”, lembra.

O coordenador de equipamentos do C.E.E Riyuso Ogawa, José Carlos Faraj, comemora a proposta do Programa Clube Escola, que fortalece a aproximação e as parcerias entre as secretarias de Esporte, Lazer e Recreação e a de Educação. Em novembro, o C.E.E Riyuso Ogawa realiza pela quinta vez os Jogos Intercolegiais, que reúnem mais de 15 escolas do bairro, públicas e privadas, numa competição de uma semana.

Uso do portfólio como ferramenta de avaliação

edison_manoelO consultor Edison Manoel apresenta artigo sobre a importância da construção de portfólios de trabalho, com o objetivo de que os profissionais de Educação Física e Esporte tenham um instrumento permanente de avaliação das atividades que realizam no âmbito do Programa Clube Escola. “A construção do portfólio é, portanto, uma oportunidade também de avaliação do que os alunos do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte têm realizado em suas ações, sobretudo, para que possamos pensar e fazer do Programa Clube Escola um catalisador para atrair e atender melhor toda a população de São Paulo nos equipamentos esportivos municipais”, explica Edison. Leia todo o artigo aqui.

Ensaios fotográficos para Guias Didáticos mobilizam professores e atletas

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Foto: Francisco Pinheiro/SEME

As sessões de fotografias que vão ilustrar a coleção dos Guias Didáticos da proposta pedagógica do Programa Clube Escola tiveram início na semana passada, com a colaboração dos diversos atores envolvidos: SEME, Ecole, professores de Educação Física e atletas (modelos). Estes últimos foram selecionados pelos professores, com a devida autorização de seus pais, no caso de menores de 18 anos, e posaram para os ensaios fotográficos de boxe, taekwondo, capoeira, esgrima, judô e ginástica.

As obras a serem publicadas têm viés nas diretrizes do Programa Clube Escola e nos quatro pilares da Educação preconizados pela Unesco. A nova proposta pedagógica para o Programa Clube Escola vai contemplar o quadro de renovação com o arcabouço teórico e prático e de metodologias de ensino, com base no incentivo de estratégias que priorizem a gestão compartilhada.

Em síntese, equivale a dizer que a metodologia de ensino-aprendizagem tem olhar voltado para a comunidade, na inclusão social de todos, estimulando a promoção da cidadania e a participação, desde o planejamento educacional até as formas de monitoramentos e avaliação de todas as atividades que estão sendo sugeridas e que, certamente, deverão ser implementadas. Nessa parceria com a Unesco, a SEME já está oferecendo o Curso de Capacitação em Pedagogia do Esporte, que inaugura uma metodologia inovadora nos ambientes de ensino e de práticas de esportes.

A publicação dos Guias Didáticos e do Documento Norteador da Proposta Pedagógica do Programa Clube Escola visa dar mais um passo de qualificação aos processos de ensino e aprendizagem de modalidades e práticas esportivas na rede municipal de São Paulo. É seguro afirmar que o apoio da Unesco à Secretaria de Esportes Lazer e Recreação do município de São Paulo está amplamente de acordo com a implementação de iniciativas para redução de pobreza, combate às desigualdades sociais, melhoria da qualidade de vida da população, democratização da comunicação, respeito ao meio ambiente e, sobretudo, Saúde e Educação de qualidade para todos.

A missão da SEME é formular políticas públicas, fomentar e apoiar projetos e ações que incorporem atividades físicas, esporte e lazer aos hábitos de vida saudável da população paulistana. De maneira objetiva, nesse sentido, a nova gestão da SEME apresentou metas que envolvem a recuperação e a expansão da oferta de equipamentos esportivos à população de São Paulo. Tudo isso reforça a agenda municipal de São Paulo nas estratégias com foco em metas e compromissos assumidos pelo Governo do Brasil no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. 

O sucesso na programação e na realização dos ensaios fotográficos realizados até agora, com mais de duas mil fotografias, gera a expectativa de que os resultados terão uma qualidade inigualável para o ensino de dezenas de modalidades reunidas em seis famílias esportivas. A partir desta segunda-feira, a equipe de fotografia inicia mais uma etapa de ensaios fotográficos.

Todos esses processos estão sendo coordenados pela professora Sheila Silva, que também faz as releituras técnicas dos conteúdos dos Guias Didáticos e do Documento Norteador da Proposta Pedagógica do Programa Clube Escola, apresentados pelos consultores responsáveis pela elaboração dos materiais supramencionados. “O trabalho que está em andamento é grandioso e por este motivo desde já agradecemos a todos que ajudaram e que estão colaborando com a SEME/Ecole nesta empreitada”, lembra a professora.

(Texto: Fernando F. Ferreira)

Novo ritmo no Programa Clube Escola

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Alunos da turma B do curso de capacitação em Pedagogia do Esporte, promovido pela SEME/Ecole, com apoio da Unesco, tiveram aulas prática e teórica com a professora Cynthia Tibeau. Nas aulas práticas, realizadas na sala de ginástica da Universidade São Judas, a professora Cynthia demonstrou como é possível utilizar materiais alternativos para a realização de uma série de práticas de ginástica. Cordas, baldes, tecidos, sacos e até copinhos plásticos ganham graça e ajudam a prática esportiva, nas diversas modalidades que têm o ritmo e a música como inspiração.

Cynthia também é autora do Guia Didático da Família Esportiva das Atividades Rítmicas e Expressivas, que vai compor uma coleção de sete obras, seis sobre todas as famílias esportivas, e mais o Documento Norteador da Proposta Pedagógica do Programa Clube Escola. Os professores de Educação Física da rede pública municipal opinaram sobre o andamento do curso, a nova metodologia e o que eles mais têm achado positivo. Confira, abaixo:

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Professora de mais de 200 alunos distribuídos em turmas de balé, dança, ginástica, natação, jump, alongamento e hidroginástica, no CEU Jambeiro, desde 2010, Melissa Hiromi Aoki destaca a importância da criatividade no uso de materiais alternativos e a vivência das aulas como uma das grandes contribuições das atividades rítmicas e expressivas à nova metodologia do Programa Clube Escola. “A liberdade no uso de materiais alternativos possibilita novas experiências e a exploração de novos conteúdos de ensino”, lembra. Melissa é graduada em Educação Física pela Universidade São Judas (2002).

alexandre_arispO professor Alexandre Arispe trabalha no CEU Vila do Sol, na zona leste de São Paulo, desde o ano passado, com cerca de 400 alunos de todas as faixas etárias. Além de ginásticas localizada e postural, basquete e voleibol, ainda sobra tempo para se dedicar às oficinas de dança do “zouk”, ritmo caribenho que influenciou a lambada brasileira. Alexandre já tem aplicado conhecimentos adquiridos no curso de Pedagogia do Esporte em várias modalidades que ensina. “Além do contato com outros colegas, a experiência dos consultores do curso, demonstrada nas aulas teóricas e práticas, incentiva mais a inovação no ambiente de trabalho, fortalecendo a base de conhecimentos para atuar junto a turmas novas”, avalia. Alexandre é graduado pela Universidade de Santo Amaro (2005).

deborah_debarros_gualiatoDe acordo com a professora Deborah de Barros Gualiato, do CEU Azul da Cor do Mar, em Itaquera, uma metodologia de ensino mais flexível e obtida a partir do diálogo fortalece o desenvolvimento da interação entre professores e alunos, despertando o gosto pela prática esportiva e a descoberta de novos atletas. Para Deborah, o curso está ajudando a formatar melhor as dinâmicas das diversas modalidades. “Os treinamentos voltados para competição e busca de talentos têm com este curso o objetivo de transformar esta prática em momentos de prazer”, afirma. Deborah é formada pela Universidade de Mogi das Cruzes.

michel_isseReforçar a relação professor e alunos, especialmente se estes são crianças, equivale à implantação de uma metodologia em que ministrar boas aulas significa respeitar e ser respeitado, não temido. Esse é o sentido da nova proposta pedagógica do Programa Clube Escola ressaltado pelo professor Michel Isse Neto, do Clube Municipal Esportivo do Minibalneário Gastão Moutinho, no bairro Mandaqui. Michel acredita que direcionar as práticas das diversas modalidades também para o processo de formação educacional dos alunos dependerá também em proporcionar investimentos na infraestrutura dos equipamentos esportivos do município. “A preocupação é que a qualidade acompanhe a quantidade de novos alunos”, diz. Michel é formado pela UNIP (2003) e pós-graduado em gestão pública.

gabriela_lima_garciaFalta pouco para a professora Gabriela Lima Garcia atingir o terceiro “dan” do judô, esporte em que foi campeã mundial ainda com 15 anos de idade. Ela garante que, apesar de ser uma família esportiva bastante diferente daquela que possui mais afinidade, as atividades rítmicas têm práticas que não precisam ser apenas imaginadas pela maioria das pessoas, mas também realizadas. Para Gabriela, que atua no CEU Sapopema, as aulas práticas do curso de capacitação têm aberto um leque de opções para o planejamento de aulas. “Pode-se adaptar experiências de quadra para o tatame e vice-versa. O uso de materiais alternativos com criatividade também é enriquecedor das aulas”, afirma. Gabriela é formada em Educação Física pela UniSant`Anna (2010).

sandra_maria_carvalhoComo gestora local, a professora de Educação Física, Sandra Maria Carvalho Gomes Cordeiro, atua no atendimento das demandas de professores, coordenadores de equipamentos e alunos do Clube Coronel Brigadeiro Eduardo Gomes, no Bairro de Taipas, e no CEE José Geraldo de Almeida, no Bairro Pirituba. “A nova proposta pedagógica do Programa Clube Escola não apenas representa mais aproximação entre a SEME e a SME, a partir de uma política de ensino clara e compartilhada, mas também maior vivência entre professores e educandos”, avalia. Sandra é formada pela Faculdade de Educação Física de Santo André (FEFISA).

(Texto e imagens: Fernando F. Ferreira)

Entrevista com a professora Cynthia Tibeau

cynthia_tibeauConvidamos a professora Cynthia Tibeau  para um rápida entrevista. Ela participa na próxima segunda-feira, dia 12 de agosto, do curso de capacitação em Pedagogia do Esporte, voltado para professores de Educação Física da SEME. A professora Cynthia vai ministrar aulas sobre a família esportiva das Atividades Rítmicas e Expressivas, que abrange as modalidades de dança, ginástica rítmica e ginástica geral. Cynthia é graduada em Educação Física pela Universidade de São Paulo e em Música pelo Centro de Artes. Ela é mestre em Educação Física e doutora em Psicologia da Educação. O curso de capacitação em Pedagogia do Esporte é promovido pela SEME/Ecole e as aulas são realizadas na Universidade São Judas, na Mooca. Confira o bate-bola, abaixo:

Ecole: – O que será apresentado nas aulas sobre as atividades rítmicas e expressivas?
R.:  O que caracteriza e o que diferencia as atividades dessa família. Apresento uma fundamentação teórica que serve para as modalidades: tempo, espaço, criatividade e também as especificidades de cada uma. Os alunos podem esperar que terão, nas aulas práticas, atividades com ritmos e materiais diferentes.

Ecole: – Quais os maiores atrativos dessa família esportiva para crianças e adolescentes?
R.: As possibilidades que as modalidades oferecem para expressão e desenvolvimento da criatividade. A música e os materiais são desafiadores e motivadores da capacidade de aprender e fazer.

Ecole: – Existe muita resistência ou até uma ideia errada de que essas atividades são esportes de elite, por exemplo?
R.: Existe sim, uma vez que os materiais oficiais da ginástica rítmica, por exemplo, custam caro. Mas é possível e desejável trabalhar com materiais alternativos. Talvez o maior equívoco seja alguém entender que as ginásticas e as danças são atividades reservadas às mulheres.

Ecole: – Quais os pontos fortes da família das atividades rítmicas e expressivas sob o ponto de vista do contexto dos pilares da Educação preconizados pela Unesco?
R.: Acredito que seja a possibilidade de aprender a ser criativo, crítico e cooperativo. O trabalho em grupo em atividades expressivas e estéticas contribuem para o desenvolvimento de competências ligadas aos pilares da Unesco.

Ecole: – É possível popularizar mais essa família esportiva?
R.: É possível. O maior desafio talvez esteja na própria formação do profissional. Os cursos de formação ainda priorizam os esportes coletivos.

Ecole: – O brasileiro é um povo com ritmo, ginga, balanço. Essas características ajudam a formar atletas nesse segmento?
R.: Ajudam e muito, mas dançar na balada é diferente de fazer parte de um grupo de dança. Existe um preconceito em relação às atividades que utilizam música e expressam ideias, sentimentos e emoções.

Ecole: -Quais os caminhos que a professora indicaria para quem está avaliando fazer uma nova prática desportiva como ginástica rítmica?
R.: 
Pesquise, converse com pessoas que são especialistas no assunto, assista a vídeos. Coloque a criatividade em cena. Busque formar grupos de alunos juntos aos Clubes Esportivos Municipais. Este é um dos objetivos e desejo do Programa Clube Escola.

(Texto e imagem: Fernando F. Ferreira)

Professores conhecem mais sobre família das atividades gímnico-acrobáticas

turma_igorOs alunos do curso de capacitação em Pedagogia do Esporte conheceram mais a fundo hoje as modalidades esportivas da família das atividades gímnico-acrobáticas. As aulas teórica e prática a cargo do professor Igor Armbrust aconteceram na sede da Universidade São Judas Tadeu, no período da manhã e da tarde, passando pelas salas de aula, de ginástica e pela quadra poliesportiva do Clube Escola da Mooca.

O professor Igor Armbrust destacou a importância da superação de desafios pessoais quando estão em pauta atividades como acrobacias, equilíbrio sobre fita (slackline), sobre rodas (skate) e demais práticas desportivas que envolvem atividades circenses e os chamados “esportes radicais”. Segundo ele, essas modalidades devem ser adaptadas à realidade de cada Clube Escola, gerando situações desafiadoras e enriquecedoras para os alunos. “Para se criar afinidade com as atividades gímnico-acrobáticas, a abordagem deve ser regionalizada, peculiar a cada Clube Escola”, ressaltou.

O curso de capacitação em Pedagogia do Esporte é promovido pela Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação (SEME), por meio do Espaço do Conhecimento de Lazer e Esporte (Ecole) e apoio da Unesco. Leia neste blog mais informações sobre o curso, os consultores especialistas e o conteúdo das disciplinas.

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(Texto e imagens: Fernando F. Ferreira)

Professores avaliam conhecimento de ginástica e acrobacias

alexandre_morattoO professor de atletismo, Alexandre Moratto, que atua no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), considera que as estratégias de ensino e de aprendizagem podem e devem ser diversificadas e compartilhadas entre alunos e professores de Educação Física. Segundo ele, o conhecimento de práticas de atividades gímnico-acrobáticas desperta a possibilidade de utilizar elementos lúdicos mesmo no treinamento de atletas de alto rendimento. “A forma de expor um trabalho e aplicar um método de ensino e aprendizagem depende, primeiramente, de como é feita a exposição de técnicas. Quando feita de forma lúdica, com brincadeiras, é possível ultrapassar bloqueios psicológicos, medos e receios, até mesmo sem que o aluno perceba”, observa. Alexandre se formou em Educação Física pela Faculdade de Educação Física de Santo André (FEFISA), em 1996.

camila_vicenzo_do_nascimentoNo dia em que completou seis anos de atuação como professora de Educação Física do Clube Escola José de Anchieta, na Zona Leste de São Paulo, Camila Vicenzo do Nascimento participou ativamente das aulas de atividades gímnico-acrobáticas, com o objetivo de conhecer novas estratégias de ensino e desenvolvimento de competências em práticas desportivas. “Um dos temas mais interessantes na nova pedagogia do esporte é a inclusão de todas as pessoas como forma de se criar uma dinâmica mais participativa às aulas. Não existe mais o ‘não consigo’, mas sim o ‘tudo é possível'”, avalia. Camila é formada pela Universidade São Judas, desde 2003, tendo ingressado na rede pública de ensino no dia 05 de agosto de 2007. Hoje ela tem cerca de 600 alunos distribuídos entre aulas de voleibol, ginástica geral, ginástica localizada e musculação.

herik_makotoNo Clube Escola Curuçá, Zona Leste de São Paulo, o professor Herik Makoto quer renovar e inovar nas aulas de ginástica artística, voleibol, tênis de mesa, tai chi e ginástica geral, levando até aproximadamente 300 alunos um conjunto de informações para ‘ressignificar’ as práticas do dia a dia. “As diversas modalidades esportivas têm seus tecnicismos, mas isso não quer dizer que a pedagogia do esporte tenha um só caminho. Na verdade, ela precisa ser mais aberta, permitindo que se explore novos campos”, observa Makoto, confiante que muito da linguagem corporal das atividades circenses, por exemplo, representa uma oportunidade a mais para contribuir com a efetividade da comunicação entre praticantes e professores. Makoto é formado pela FEFISA (1998) e atua na rede pública municipal desde 2010.

ana_paula_sartorioA professora de Educação Física do Clube Escola São Mateus, na Zona Leste, Ana Paula Sartório, acredita que a integração com outros professores de tem sido uma experiência relevante proporcionada pelo curso de capacitação em Pedagogia do Esporte. “As atividades em quadras e a exemplo desta, gímnico-acrobáticas, com uso do tatame da sala de ginástica, permite que conheçamos mais sobre diferentes modalidades e como elas podem ser usadas para intensificar o espírito de colaboração, variando de práticas em grupo para caso a caso, respeitando-se a individualidade”, afirma Ana Paula, que tem alunos de jazz, balé, caratê, ginástica artística e geral, natação e hidroginástica. Formada pela FEFISA, em 2002, Ana Paula trabalha na rede pública desde 2007.

marcelo_santana_barbosaO professor de Educação Física, Marcelo Santana Barbosa, tem participado do curso de Pedagogia do Esporte com atenção voltada para a qualidade do processo de ensino e aprendizagem que a SEME quer estabelecer ao passo que serão reestruturados seus equipamentos de prática desportiva. Atuante na Coordenadoria de Gestão das Políticas e Programas de Esporte e Lazer (CGPE) da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, ele lembra que os Clubes Escola serão todos eles reestruturados, conforme a meta estabelecida pela atual gestão da SEME. “Esta é uma oportunidade de renovação e aquisição de novos conhecimentos que serão aplicados nessa nova etapa para os esportes em São Paulo”, ressalta. Marcelo é formado pela Universidade do Grande ABC (2002).

valesca_garcia_de_moraisA professora Valesca Garcia de Morais vê no curso de capacitação em Pedagogia do Esporte a possibilidade de aplicar novos conhecimentos e experiências de ensino, junto a centenas de alunos do Parque Esportivo dos Trabalhadores (PET), onde leciona para alunos de handebol, voleibol e ginástica. “Desde as aulas sobre esportes coletivos terrestres, iniciei a introdução de novas técnicas de aquecimento que têm gerado feedback positivo dos alunos e dado maior rendimento às aulas”, explica Valesca, acrescentando que pequenas modificações na rotina das aulas têm produzido maior engajamento entre alunos de todas as idades. Valesca é formada pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (2003) e trabalha no PET desde o ano passado.

(Texto: Fernando F. Ferreira – Imagens: Francisco Pinheiro)