Sobre Nelson Mandela e o Esporte

Autor: Edison de Jesus Manoel

mandelaeQuando cheguei na Inglaterra, em setembro de 1989, uma coisa me chamou a atenção: a quantidade de locais, geralmente Student’s Union (versão inglesa para Centro Acadêmico/Atlética), com o nome Nelson Mandela. Havia inúmeros Nelson Mandela`s Buildings. Eu nunca havia ouvido falar nesse nome. Aos poucos, fui aprendendo que ele era um preso político na África do Sul, país que em pleno final de século XX mantinha um regime político de segregação racial conhecido como Apartheid.

Mandela, negro, estava preso desde 1964 por ser oponente ao regime do Apartheid e, mais do que isso, por liderar ações armadas contra o regime de Pretória (capital política da África do Sul). Naquela altura, os governos da Europa estavam tomando posições políticas contra o Apartheid e passaram a fazer sanções econômicas à África do Sul, com intuito de que o regime do Apartheid fosse abandonado. O movimento “Free Nelson Mandela” ganhou força, em particular, na Inglaterra. Ao mesmo tempo, os analistas previam um banho de sangue caso Nelson Mandela fosse libertado, considerando que ele tinha liderado uma revolta armada antes de ser preso.

Eu só comecei a perceber quem era Nelson Mandela e o que ele significava quando finalmente ele foi libertado no ano seguinte. Na ocasião, eu tive a felicidade de assistir, ao vivo pela TV, a sua libertação na casa de um casal de Zâmbia.  Dabie Nabuzoka tinha entrado no doutorado junto comigo no ano anterior e costumávamos ir um na casa do outro aos domingos para um lanche ou almoço. Eu o ajudei no doutorado – fiz observações sobre padrões de interação social na pré-escola para ele. Ele foi meu sujeito em alguns testes que fiz para desenvolver um dos equipamentos que usei na tese.

Naquele dia 11 de fevereiro de 1990, nós tínhamos ido almoçar na casa dos Nabuzoka, eu e minha ex-esposa. Depois do almoço, nos sentamos em frente à TV pois a BBC (TV estatal britânica) iria transmitir ao vivo a libertação de Mandela. Quando ele surgiu dos portões do presídio, livre e caminhando em direção à multidão que o aguardava, os olhos dos Nabuzoka brilharam e lágrimas rolaram, ali comecei a apreender quem era Nelson Mandela. Mas o melhor e mais impressionante estava por vir.

Como disse, as previsões de um caos na África do Sul eram enormes. Temia-se que o país caísse numa guerra civil sem precedentes. A minoria branca fazia planos para fugir da África do Sul já que o governo da época tinha feito “concessões” à maioria negra, o que significou a abertura do parlamento para os negros. Todos imaginavam que Mandela que havia passado a maior parte de sua vida na prisão e iria “se vingar” de seus algozes. E de fato ele poderia fazer isso tranquilamente, já que a maioria negra do país estaria com ele.

Mandela, contra todos os prognósticos, enveredou pela via da “não violência” e sobretudo pautou-se por seguir defendendo a continuidade do governo branco, num regime de respeito à liberdade de todos, inclusive dos brancos que o colocaram na prisão. Ele candidatou-se à primeira eleição livre, ainda 1990, elegendo-se deputado. Cinco anos depois, e diga-se cinco anos de governo de minoria branca,  ele foi eleito presidente da África do Sul. Sua principal preocupação no primeiro mandato foi promover um governo de união entre brancos e negros, e entre as diversas etnias negras. E qual foi um dos caminhos que ele seguiu para atingir essa união? O Esporte.

Mandela, aproveitando-se de que a África do Sul tinha sido escolhida para ser sede da Copa do Mundo de Rugby (que envolve as seleções da Inglaterra, França, Nova Zelândia -as mais fortes e tradicionais, Escócia, Irlanda, Itália e a África do Sul), usou do time nacional para promover essa união. Detalhe: a seleção da África do Sul era praticamente só de brancos (havia um jogador negro a essa altura, mas ele era reserva), pois embora o rugby fosse um esporte nacional praticado por brancos e pela maioria dos negros, pela política do Apartheid a seleção só poderia ter brancos.

Mandela aproximou-se do capitão da seleção (aqui cabe lembrar que o capitão de um time de rugby costuma ser um porta-voz do time, e necessita ter um caráter acima de qualquer suspeita) e mostrou a ele que o time jogaria pela Africa do Sul unida, brancos e negros. Ao mesmo tempo, Mandela mostrou à maioria negra que aqueles jogadores, em sua maioria brancos, iriam jogar por todos, inclusive por eles, negros. Aos poucos o time, durante o período de treinamento para Copa, começou a fazer ações de integração, por exemplo, ir treinar numa favela de negros.

De repente, já na Copa, brancos e negros se viram torcendo juntos pela mesma causa. A seleção da África do Sul, que era a pior dentre as demais, foi ganhando jogos e acabou sendo campeã da Copa (a primeira e última vez que a África do Sul ganhou a Copa). Mandela fez questão, durante todo esse período, de andar vestido com a camiseta e o agasalho da seleção (você pode ver uma versão dessa estória em filme realizado há alguns anos, o nome do filme é Invictus e você o encontra em qualquer locadora).

Eu sempre considerei Nelson Mandela como um dos principais nomes do mundo no final do século XX. Ainda na Inglaterra, enquanto eu acompanhava as transformações políticas na África do Sul lideradas por ele, eu me perguntava como pode uma pessoa que ficou presa a maior parte de sua vida agir de forma pacífica, assumir o poder do país que até então havia tratado a maioria negra como escravos ou classe inferior ao longo de todo século XX? Ali estava ele, com todo poder na mão e de forma legítima, podendo promover uma desforra, mas não…

Sua fala calma, que ouvi tantas vezes, foi no rádio e tv britânicas, era a fala do consenso, do acordo, e sobretudo da valorização do que nos faz humanos – o respeito ao estado de direito e a todos os valores que pressupõem o respeito à justiça, à liberdade de expressão e de todos credos e etnias, à razão e à verdade. Eu sempre volto ao olhar dos Nabuzoka naquele 11 de fevereiro de 1990, e reconheço que de fato não era o olhar de quem pedia vingança (Zâmbia sofreu com um tipo de Apartheid também, mas conseguiu fazer uma revolução que acabou com o governo de minoria branca, ainda nos anos 1970). Era um olhar de esperança. Esperança que morreu um pouquinho, com a morte de Nelson Mandela, neste dia, 05 de dezembro de 2013, aos 95 anos, em casa.

Professores recebem certificados do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte

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Secretário-adjunto, Luiz Salles, professora de Educação Física, Cristina Reis, do C.E.E Riyuso Ogawa, e o secretário Celso Jatene

Uma exposição de trabalhos de conclusão feitos por alunos do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte antecedeu hoje, dia 02, a cerimônia de entrega de certificados pelo secretário de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, Celso Jatene. A cerimônia foi realizada no Auditório A, no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), com a presença de professores de Educação Física ligados à SEME e à Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

Supervisores de equipamento, gestores e professores de Educação Física que concluíram o Curso de Atualização realizaram palestras de apresentação dos portfólios de trabalho que foram criados com a orientação dos consultores da Unesco para o Programa Clube Escola. Esses trabalhos serão publicados aqui no blog do Ecole, basta que os autores repassem o material para o e-mail ecole.ef@gmail.com. Confira na página do Ecole, no Flickr, mais de cem fotos da cerimônia. Clique aqui.

Evento marca a conclusão de Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte

Na próxima segunda-feira, gestores e professores de Educação Física que participaram e foram aprovados no Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte, promovido neste ano, estão sendo convidados para receber os certificados de conclusão das mãos do secretário de Esportes, Lazer e Recreação, Celso Jatene. O evento acontecerá no COTP, auditório A, a partir das 8 horas, quando os alunos que participaram do Módulo III vão apresentar os trabalhos que realizaram com o objetivo de levar até as unidades esportivas municipais o conteúdo da nova proposta pedagógica que promove a educação pelo esporte, com foco no desenvolvimento humano.

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O Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte teve um total de 120 horas e foi dividido em três módulos. Cada aluno que participou e foi aprovado no(s) módulo(s) receberá um certificado de conclusão pertinente. O resultado do Módulo III será publicado até amanhã, dia 29, segundo informa a gestora da SEME junto ao Acordo de Cooperação com a Unesco, professora Laís Malaco. Parabéns a todos os aprovados!

Aprovados no Módulo I

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Professores avaliam Curso de Atualização na etapa final

Na etapa final do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte, promovido pela SEME, por meio do Ecole, professores que participaram do curso fizeram uma pequena avaliação desta iniciativa da Prefeitura de São Paulo, que tem o apoio da Unesco. Confira abaixo:

Soraia_Fernandes_MartinsA professora Soraia Fernandes Martins, 41, conhece a realidade dos Clubes Esportivos Municipais. Ela já atuou como educadora de voleibol, ginástica geral e rítmica no CEE Ryuso Ogawa – Vila Guarani. Formada pelas Faculdades Integradas de Santo André (FEFISA), em 2000, e especializada em Educação Esportiva pela Uninove (2013), Soraia agora trabalha com gestão pública, tornando-se gestora local e depois gestora regional da CGPE, na SEME. De acordo com ela, o Curso de Atualização ofereceu uma visão renovada, porque uniu a preocupação da melhoria no conteúdo didático das modalidades esportivas com a viabilidade operacional no âmbito dos Centros Educacionais e Esportivos. “Ao conhecer melhor a realidade apresentada pelos colegas/professores que participaram do Curso, podemos trabalhar mais possibilidades para melhorar os processos de monitoramento e avaliação dos espaços geridos pela Prefeitura. Isso equivale a dizer que temos maior condição de propor alternativas e mais qualidade nos serviços prestados à população”, afirma. Soraia lembra que já está agregando à sua rotina de trabalho informações que vão aperfeiçoar desde check lists  até a forma como abordar novas estratégias de relacionamento profissional.

Andrea_Katia_ZoccaratoA formação de cidadãos por meio do Esporte como ferramenta de Educação é um objetivo para o qual a professora Andrea Kátia Zoccarato, 43, considera a realização do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte como mola mestra da  proposta da Prefeitura de São Paulo para incentivar a prática esportiva no Município. “Aprendemos sobre dezenas de modalidades esportivas e isso proporcionou conhecimento para que os espaços dos Clubes Esportivos Municipais sejam melhor aproveitados, inclusive com a ajuda das comunidades das diversas regiões de São Paulo. Essa participação é fundamental para que gestores, educadores e alunos tenham entre si uma visão clara dos objetivos que todos podem alcançar não só nos aspectos do desempenho esportivo, mas sobretudo quanto ao desenvolvimento humano e na melhoria da qualidade de vida da população”, avalia. Andrea é formada (1992) e pós-graduada em Educação Física Escolar pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e graduada em Pedagogia pela Uninove (2012). Ela atua no CEE Raul Tabajara como professora de ginástica localizada, caminhada, hidroginástica e outras modalidades. “Estamos estudando a possibilidade de abrir uma turma de nado sincronizado”, lembra Andrea, que está desenvolvendo também um projeto de introdução ao atletismo para crianças de cinco e seis anos de idade.

Marcelo_BezerraO professor Marcelo Bezerra , 38, considera que o Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte foi uma ótima ação do governo municipal no sentido de apontar caminhos para integrar mais as políticas de Educação e de Esportes. Segundo ele, o Curso apresentou uma oportunidade excelente para se pensar em conjunto na perspectiva de aplicar novos conceitos e metodologias às aulas. “O saber pedagógico da Educação pelo Esporte deve ser comum no âmbito da Prefeitura, estabelecendo entre a SEME e a SME um caminho a ser consolidado nos Clubes Esportivos Municipais e nos CEUs”, afirma. Marcelo cursou licenciatura e bacharelado em Educação Física pela Faculdade de Diadema (FAD), em 2009, e pós-graduação em Administração de Marketing Esportivo, na Universidade Gama Filho. Ele trabalha no CEU Capão Redondo, com alunos de seis a 17 anos, dos ensinos fundamental e médio.

Regina_Helena_PistilloA professora Regina Helena Pistillo, formada pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), em 1991, conhece de perto como funcionam as gestões da SME e da SEME. Ela já atuou como educadora em unidades administradas pelas duas secretarias municipais. Regina considera que o Curso de Atualização pode aproximar ainda mais as duas secretarias, aproveitando de cada uma o que há de melhor em termos de gestão e de elaboração de conteúdos para incentivo à prática esportiva em São Paulo. Segundo ela, os professores de Educação Física da Prefeitura de São Paulo não têm dificuldades em assumir em conjunto a proposta pedagógica de desenvolvimento humano por meio do esporte. “O público das duas secretarias em parte é o mesmo, então, não vejo problema na consolidação desta nova proposta pedagógica. É preciso que haja um maior alinhamento nos processos de gestão, para que não ocorram incongruências nos projetos que poderão ser firmados em parceria”, observa.

Aline_Caroprese_FontesBailarina desde dos seis anos de idade, Aline Caroprese Fontes, 32, atua hoje no CEE José Hermínio de Moraes, na Vila Curuçá, ministrando aulas de balé, jazz e dança de salão para cerca de 150 alunos. Aline ressalta que o Curso de Atualização proporcionou o conhecimento necessário para definir estratégias de aproximação com as comunidades onde se situam os Centros Educacionais e Esportivos. “Já estamos realizando eventos em parceria com outros CEEs, com a ajuda da comunidade, para estimular a prática de esportes entre crianças e adolescentes. Essa integração entre Clubes Municipais de uma mesma região permite compartilharmos problemas e propor soluções que atendam da melhor forma as necessidades da população”, descreve. Aline é graduada em Educação Física pela USJT (2003); pós-graduada pela Unifesp em Fisiologia do Exercício (2004) e está concluindo curso de especialização em Pilates, pela Universidade Gama Filho.

lydia_maria_carvalho_infanteEx-atleta medalhista dos Jogos Universitários de 1972, a professora Lydia Maria Carvalho Infante mantém o ritmo que marcou sua conquista nos 200 metros do atletismo, demonstrando grande entusiasmo em sua participação como aluna do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte. Atualmente, Lydia trabalha como gestora da CGPE, na SEME, e considera prioritário que a Prefeitura de São Paulo esteja investindo na formação de crianças e adolescentes com foco numa metodologia de ensino e aprendizagem baseada  no Esporte e no contexto social. “A proposta pedagógica reforça o compromisso pelo respeito à pessoa, na sua individualidade, mas busca sua integração e evolução para o bem da nossa sociedade”, reforça. Lydia é formada pela Fefisa (1972) e pós-graduada pela Universidade de Brasília (UnB).

Audiência pública discutirá orçamento do Estado de SP para o esporte

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A Comissão de Assuntos Desportivos da Assembleia Legislativa está convidando para a realização de audiência pública sobre o orçamento estadual do esporte para 2014. A audiência acontecerá no próximo dia 13 de novembro, quarta-feira, no Auditório Franco Montoro, às 14h.
Segundo informações da Comissão, a previsão para o próximo ano é que o orçamento da pasta do esporte não atinja 1% do orçamento geral do Estado. Este valor seria de R$ 185 milhões, 0,098% de R$ 200 bilhões, a ser distribuído conforme a descrição abaixo:

Descrição:
1. Gerenciamento Administrativo = R$ 79,4 milhões
2. Manutenção dos Centros de Excelência = R$ 13,5 milhões
3. Campeonatos = 35,5 milhões
4. Bolsa Talento = R$ 7,1 milhões
5. Esporte para Deficientes = R$ 1,9 milhões
6. Campeonato Escolar = R$ 22,1 milhões
7. Obras = R$ 10 milhões
8. Materiais e equipamentos esportivos = R$ 3,1 milhões
9. Esporte Social = 3,6 milhões (conseguirá atender 30 municípios e/ou entidades: única ação de inclusão social)
10. Desenvolvimento Jovem = R$ 3,1 milhões
11. Viva a Vida–Lazer = R$ 5,1 milhões
(FONTE: COMISSÃO DE ASSUNTOS DESPORTIVOS DA ALESP)

CEE Mário Moraes estreia nova modalidade de esporte

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O CEE Mário Moraes, no Jardim Celeste, já está oferecendo a modalidade de ginástica geral para crianças e adolescentes da comunidade local. A nova turma dessa modalidade é uma iniciativa da professora de Educação Física, Katty Josepha Alejandra Pinto Passini, que realizou a primeira aula demonstrativa no Dia da Criança, 12 de outubro passado.

Segundo Katty, que é aluna do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte, promovido pela Prefeitura de São Paulo por meio da SEME/Ecole, as informações que teve nas aulas sobre a família das Atividades Rítmicas e Esportivas despertaram para a possibilidade de oferecer a nova modalidade. “Nós, professores e gestores do Clube Municipal, propomos a nova modalidade às crianças do balé, aos pais e a outras crianças da região, que foram convidadas e aceitaram participar dessa aula inaugural”, explica.

De acordo com a professora Meico Fugita, que trabalha como consultora do projeto de fortalecimento do Programa Clube Escola, a nova prática esportiva faz parte do portfólio que os alunos do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte estão desenvolvendo para atrair mais praticantes aos 45 clubes esportivos municipais de São Paulo. “A formação continuada promovida pela SEME/Ecole, com apoio da Unesco, visa conferir as demandas e as necessidades para qualificar e expandir o ensino de modalidades esportivas que integram a maior parte das modalidades olímpicas, no entanto, temos um foco no desenvolvimento humano e não somente no esporte de competição”, observa.

O sucesso da aula inaugural de ginástica no CEE Mário Moraes pode ser comprovado pela ampla participação da comunidade. Para a professora Sheila Silva, coordenadora do Ecole, esse tipo de resultado permite uma avaliação de que a SEME está no caminho certo. “Todos os alunos do Curso de Atualização em Pedagogia do Esporte estão construindo portfólios de trabalho, com base no conhecimento adquirido nas aulas realizadas na Universidade São Judas Tadeu e com o apoio de Guias Didáticos e de um documento que norteia os conceitos essenciais para o desenvolvimento humano. Investir em seus profissionais de Educação Física da rede pública municipal e estimular a prática do esporte na população representa sobretudo uma luta pela construção e fortalecimento da cidadania, além de que praticar esportes nos clubes é muito saudável e divertido”, avalia.

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Fotos: Katty Josepha Alejandra Pinto Passini

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